Caldas Brandão (PB) paga mais de R$ 36 mil por coleta de lixo, mas população convive com acúmulo de resíduos e riscos à saúde
Apesar de ter desembolsado R$ 36.534,00 à empresa Ecosolo Guarabira Gestão Ambiental de Resíduos Ltda, a Prefeitura de Caldas Brandão enfrenta denúncias de ineficiência na coleta de lixo urbano. Moradores relatam abandono por parte da gestão municipal e convivem com acúmulo de entulhos, lixo doméstico e restos de poda de árvores, principalmente na Rua São José, conhecida como "Rabo da Gata".
Um vídeo recente divulgado nas redes sociais mostra o cenário de descaso, com pilhas de resíduos à beira da via pública. A publicação de Rosângela Andrade, vereadora da cidade, viralizou ao escancarar o problema e cobrar providências. "É possível ver uma grande quantidade de entulho acumulado [...] uma situação que evidencia não apenas a falta de um cronograma regular de coleta, mas também a ausência de qualquer política eficaz de manejo dos resíduos", escreveu.
A situação, segundo moradores, vai além do incômodo visual. O lixo atrai insetos, animais peçonhentos e representa um risco direto à saúde pública. "Tem muito rato, barata e o cheiro é insuportável. A gente vive com medo de pegar uma doença", afirmou uma leitora, que mora na região há mais de uma década.
Dados da transparência pública mostram que, somente em 2025, a prefeitura pagou R$ 36.534,00 à Ecosolo Guarabira Gestão Ambiental de Resíduos, contratada para a prestação do serviço. Apesar disso, o serviço é considerado ineficaz pela população, que não vê regularidade na coleta e cobra um posicionamento mais transparente por parte da administração.
Outro ponto crítico é a falta de campanhas de conscientização. "Ninguém sabe qual o dia da coleta, nem onde pode ou não descartar lixo. Falta orientação", diz outro leitor, comerciante local.
A Prefeitura de Caldas Brandão não respondeu aos questionamentos enviados até o fechamento desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestação.
Um vídeo recente divulgado nas redes sociais mostra o cenário de descaso, com pilhas de resíduos à beira da via pública. A publicação de Rosângela Andrade, vereadora da cidade, viralizou ao escancarar o problema e cobrar providências. "É possível ver uma grande quantidade de entulho acumulado [...] uma situação que evidencia não apenas a falta de um cronograma regular de coleta, mas também a ausência de qualquer política eficaz de manejo dos resíduos", escreveu.
A situação, segundo moradores, vai além do incômodo visual. O lixo atrai insetos, animais peçonhentos e representa um risco direto à saúde pública. "Tem muito rato, barata e o cheiro é insuportável. A gente vive com medo de pegar uma doença", afirmou uma leitora, que mora na região há mais de uma década.
Dados da transparência pública mostram que, somente em 2025, a prefeitura pagou R$ 36.534,00 à Ecosolo Guarabira Gestão Ambiental de Resíduos, contratada para a prestação do serviço. Apesar disso, o serviço é considerado ineficaz pela população, que não vê regularidade na coleta e cobra um posicionamento mais transparente por parte da administração.
Outro ponto crítico é a falta de campanhas de conscientização. "Ninguém sabe qual o dia da coleta, nem onde pode ou não descartar lixo. Falta orientação", diz outro leitor, comerciante local.
A Prefeitura de Caldas Brandão não respondeu aos questionamentos enviados até o fechamento desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestação.
Fonte: Paraíba 2.0
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